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19 de março de 2012
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Programação dos Seminários e Webseminários do NIG para 2012

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Programação dos Seminários e Webseminários do NIG para 2012

Data

Horário

Palestrante

Tema

Vagas

23/03

14 – 16h

Benedito Bezerra

Agrupamento de Gêneros

25

27/04

14 – 16h

Leonardo Mozdzenski

As configurações genéricas do videoclipe

25

25/05

14 – 16h

Angela Dionisio

Multimodalidade, Multimídia: quem se preocupa com elas?

25

15/06

14 – 16h

Karina Falcone

Os Gêneros Textuais e o Agir Cognitivo

25

23/08

14h – 16h

Anco Márcio Tenório Vieira e André de Senna

Os gêneros, suas epistemologias, suas hermenêuticas e suas migrações e O gênero épico contemporâneo à luz das teorias românticas

25

28/09

14 – 16h

Beth Marcuschi

Reflexões sobre os gêneros didáticos e os gêneros didatizados

25

18/10

14 – 16h

Maria Antónia Coutinho

Noções de Gênero e Texto na ISD

25

22/11

14 – 16h

Márcia Mendonça

Quadrinhos, gênero e linguagem

25

14/12

14 – 16h

Clécio Bunzen

Práticas de letramento na escola: dinamismo, produção e circulação dos gêneros

25

As inscrições devem ser feitas, preferencialmente, na Sala do NIG, térreo do CAC-UFPE, ou por email nigufpe@gmail.com. Haverá entrega de certificado de participação.

Ficha de inscrição:
Nome:
Email:
Telefone:
Instituição de origem:
Nível de Escolaridade:
Seminário escolhido:
Razão da escolha:

 

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5 de março de 2012
Postado por / Posted by Nig Ufpe

STIS – Seminários Teóricos Interdisciplinares do SemioTec

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Março de 2012:  Literacy and multimodality
Conferencista: Brian Street/King’s College
Moderador: Vera Menezes/UFMG
Dia: 09/03 às 14h

Para assistir, entre na Sala de Conferências com um nickname de sua escolha (sugerimos NomeSobrenome, sem espaços, acentos ou cedilha). A senha não é necessária. Assim que entrar, clique na aba #evidosol-1 para assistir à conferência.

 

 

Abstract

I will provide an account of the epistemological framings of both multimodality and the New Literacy Studies, and outline the histories of each theoretical framework thus enabling each to be situated within their respective intellectual traditions. I firstly describe the tradition of the New Literacy Studies, and its connection with ethnography and then consider how literacy practices can be understood as being situated within wider domains of practice and links made with multi modality. I address the different epistemological framings of New Literacy Studies and the multimodal tradition; one rooted in an ethnographic perspective and the other more focused on systemic function linguistics, to ask what the New Literacy Studies can do to inform research premised on a multimodal perspective. By drawing on specific instances of practice and describing a number of research projects that brought an ethnographic understanding of events and practices to not only literacy events and practices, but also multimodal events and practices (Lancaster 2003; Street 2008) a wider application of the theoretical tradition of the New Literacy Studies can be achieved. Multimodality and New Literacy Studies, brought together, fills out a larger more nuanced picture of social positionings and communication by building an equal recognition of practices, texts, contexts, space, and time. Recent studies that straddle both traditions (E.g. Leung and Sgtreet, 2011) are presented along side some  considerations for future research.

PDF of the original text: arquivos.lingtec.org/stis/STIS-LectureLitandMMMarch2012.pdf

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29 de novembro de 2011
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Programação do II FELP

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Linguagens, Suportes, Tecnologias e Ensino é o tema da Palestra de Abertura que a Profª. Angela Dionisio fará no II FELP. Veja a Programação completa.
 

 

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15 de novembro de 2011
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Convite

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O NIG convida

O perfil do novo leitor e a configuração multimodal dos gêneros textuais em ambiente digital
Acir Mário Karwoski (Universidade Federal do Triângulo Mineiro)

Dia: 17/11/2011 às 16:00
Local: Sala da Revista Ao Pé da Letra - Térreo – CAC/UFPE

Favor confirmar presença

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6 de novembro de 2011
Postado por / Posted by Nig Ufpe

O que encerra o epitáfio?

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Escrito por Fabíola Santana

 

Imagem: Chico Ludermir

 

Etimologicamente, o termo epitáfio, originado do grego antigo, é uma palavra composta por dois radicais: epi (sobre, em cima de) e taphos (tumba, túmulo), significa, portanto, inscrição tumular. Em sua significação imediata, evoca primariamente “localização” (epi) e, somente secundariamente, “inscrição”, como explica Scott L. Newstok. Sua localização (no túmulo) indica tanto um tópico como um componente espacial. Em outras palavras, a morte como tópico, e o túmulo como materialidade. Essa qualidade locativa do epitáfio identifica, aponta o lugar em que o morto está enterrado. Assim, nessa formulação semântica, há uma ênfase na nomeação e identificação do morto.

Quanto ao suporte material do epitáfio, a pedra, como material menos sujeito aos reveses do tempo por sua considerável resistência, representava, para os antigos, uma garantia permanente e perpétua de pós-vida na memória da posteridade. As inscrições lapidares, nesse sentido, seriam documentos da morte que deveriam sobreviver à morte. Como símbolo dessa perenidade, a exemplo, apresenta-se uma prática muito comum entre os romanos, que enterravam placas de bronze aos deuses, para a lembrança imortal do falecido. Podemos dizer que as lápides, na representação da morte, validam e garantem a presentificação do morto na memória social. É uma metáfora no discurso dos epitáfios, lembrança eterna que permanece viva para as futuras gerações. Daí o uso de expressões muito comuns aos epitáfios latinos como aeternus ou ainda memoriae aeterna, em que se pode associar à força da materialidade da pedra, à qual, nesse contexto, se atribui uma significação relacionada à perenidade, eternidade. Esse aspecto atravessou os séculos e perdura até os dias de hoje.

Como confidência de vida, um epitáfio, na maioria das vezes, encapsula sentenças que trazem o resumo da experiência e da sabedoria de uma vida. Quando de autoria do falecido, contém suas últimas palavras, que se projetam como uma tentativa de diálogo entre gerações passadas e futuras. Quando de autoria dos familiares sobreviventes, traz uma retrospectiva, quase sempre de caráter elegíaco, das ações de nossos antepassados ou, ainda, uma expressão dos sentimentos provocados pela morte de um ente querido. Nas palavras de Karl S. Guthke, “as inscrições sepulcrais estão ideologicamente condicionadas pelas palavras que reconhecem a permanência da memória e, portanto, tentam estabelecer o lugar do falecido nessa memória”. De um modo geral, os epitáfios são testemunho da virtude, da sabedoria e dos méritos do falecido, em que se projetam atitudes e comportamentos que seriam modelos. A projeção perpétua na memória dos sobreviventes, a possibilidade de tornar-se imortal são prometidas pela redenção de quem frequentemente é invocado nos epitáfios.

 

Leia a matéria na íntegra na edição impressa, Nº 131 da Revista Continente

 

Fonte: http://www.revistacontinente.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=6752&Itemid=62

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